Apoio ao estudo e ao desenvolvimento pessoal: Tudo o que precisa de saber sobre os programas disponibilizados pela Faculdade de Direito

Quarta-feira, Setembro 23, 2020 - 14:57

Desde o começo do percurso académico dos estudantes da Faculdade de Direito, os alunos têm ao seu dispor várias ferramentas que facilitam a passagem para o ensino superior.

No 1º semestre, os alunos frequentam a disciplina de Transição para o Ensino Superior. De caracter obrigatório, procura auxiliar os estudantes a “interpretar, analisar e ter a capacidade de abstrair conceitos de casos concretos” uma vez que são “competências fundamentais de qualquer jurista”, partilha a docente Ana Andrade.

Já em modo opcional, é oferecido o programa GPS que tenciona adaptar a estratégia de estudo de cada estudante tendo em conta as especificidades do curso de Direito. Ana Martins, responsável pelo programa, explica que “ninguém deve ter um método de estudo igual porque todos nós temos características diferentes”.

Tendo em conta a individualidade de cada aluno, a coordenadora do programa procura potencializar os recursos pessoais de cada estudante para que o estudo seja o mais produtivo possível, desde o primeiro semestre: “Quanto mais depressa ajustarem o vosso método de estudo, melhor.” 

Por último, a Faculdade assegura o desenvolvimento da capacidade de expressão escrita e oral dos estudantes durante todos os anos da licenciatura, de mestrado e de doutoramento. Trata-se de um formato gratuito e opcional dividido em duas áreas.

Por um lado, no Laboratório de Expressão Escrita, coordenado pela docente Ana Andrade, os estudantes são incentivados a construir “bons textos, seja do ponto de vista semântico, seja do ponto de vista gramatical”.

Por outro lado, Joana Estrela, responsável pelo Laboratório de Expressão Corporal, ensina técnicas “tão simples quanto projetar a voz, articular bem as palavras, utilizar os movimentos, experimentar uma boa postura”.

Sabia que estes são apenas alguns fatores que diferenciam o curso de Direito da Universidade Católica no Porto?