50 anos depois, a Constituição portuguesa resiste — mas será que ainda a compreendemos? Entre estabilidade e mudança, o desafio não é apenas revê-la, mas perceber o seu lugar num mundo em transformação.
A Constituição portuguesa não é apenas o que foi em 1976. É o que dela fizemos no percurso de consolidação democrática e o modo como a projetamos no futuro.
Um artigo de opinião da docente Catarina Santos Botelho para ler no Expresso.
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